Ao longo do rio, onde os velhos salgueiros inclinam-se
Marcados pelo tempo, seus galhos pendurando-se
Lá onde as serpentes ficam e se escondem
Histórias de testemunhas, dia e noite
Ao longo dessas árvores, um rio corre
Sua água cobalto azul
Acompanha a estrada pelos campos de centeio
Levando a um castelo onde toda a gente conhecia
Camelot
Em uma ilha no rio, coberta com flores
Habita uma dama, envolta em segredo
Entre as paredes da torre que cercam
Sua existência, sendo um mistério
Fungando, em lágrimas, uma flor
Enquanto estando na janela
Fada na torre
Quem a viu acenar sua mão?
Quem a viu acenar sua mão?
Nos campos os ceifadores ouvem
E sussurram: aquela é a dama na torre
Uma voz como uma voz harmoniosa de anjo ecoando
Eles se paralisam, enquanto sua voz aumenta
Enquanto a shallot deriva à noite
Graças a elevada Camelot
Flutuando ao longo, onde rosas crescem selvagens
Onde a dama real apareceu
Com uma guirlanda de pérola em sua cabeça
Serena ela dorme na torre em sua cama de veludo